Por Dentro do Curso | Processos Químicos Industriais proporciona formação alinhada às demandas reais do setor industrial
Com a união de teoria e atividades práticas em laboratório, grade curricular dessa nova graduação da Uniube foi desenvolvida de forma progressiva e integrada ao mercado de trabalho
Por Vander Souza
O setor industrial é uma das áreas que contribuem com o desenvolvimento científico, tecnológico, ambiental e socioeconômico do país por meio da transformação de matérias-primas em produtos, que não apenas atendem necessidades específicas, mas também proporcionam soluções.
O "Por Dentro do Curso", que apresenta curiosidades e destaca as principais áreas de atuação dos cursos de graduação da Uniube, aborda, desta vez, o curso de Processos Químicos Industriais, que proporciona ao aluno uma formação sólida alinhada às demandas reais do setor industrial.
Os gestores dessa nova graduação ofertada pela Uniube em Uberaba e Uberlândia, Luis César de Oliveira e Carlos Henrique Barreiro, explicam mais detalhes sobre o curso, que é voltado para quem deseja atuar em diversas áreas da indústria.
O Curso Superior de Tecnologia em Processos Químicos Industriais prepara profissionais para lidar com quais desafios no mercado de trabalho?
Carlos Henrique Barreiro: O foco está na formação de um profissional prático, analítico e alinhado às demandas reais da indústria. A ideia é preparar alguém capaz de acompanhar, controlar, otimizar e melhorar processos químicos industriais, sempre com atenção à qualidade, segurança, sustentabilidade e eficiência produtiva.
Esse curso é especialmente indicado para quem se identifica com as áreas de química, processos industriais, produção, controle de qualidade e operações industriais, seja para quem está ingressando no ensino superior ou para profissionais que já atuam na indústria e desejam qualificação técnica superior e crescimento profissional.
Todos os componentes da grade curricular dessa nova graduação são abordados durante seis semestres. Ao longo desse período, quais são as competências desenvolvidas pelo aluno?
Carlos Henrique Barreiro: A organização da grade curricular foi pensada de forma progressiva e integrada. Nos primeiros semestres, o aluno constrói uma base sólida em química, matemática aplicada, fenômenos de transporte, segurança e fundamentos dos processos industriais.
À medida que o curso avança, os componentes curriculares se tornam mais aplicados, abordando operações unitárias, controle de processos, instrumentação, qualidade, meio ambiente e gestão industrial. Essa estrutura permite que o aluno entenda o processo como um todo, conectando teoria, prática e realidade industrial, o que resulta em um preparo profissional consistente e alinhado ao mercado.
Além do conteúdo teórico, há experiências práticas? Como esses momentos contribuem com a absorção do conhecimento e o preparo profissional?
Carlos Henrique Barreiro: Apesar de ser uma graduação de seis semestres, o curso valoriza muito as experiências práticas. O aluno tem contato com aulas em laboratório, estudos de caso, atividades práticas, simulações de processos e projetos aplicados, que aproximam o conteúdo teórico do dia a dia da indústria.
Além disso, o curso incentiva a vivência profissional por meio de atividades integradoras e visitas técnicas, permitindo que o estudante desenvolva competências técnicas e comportamentais essenciais para sua atuação no setor industrial.
No contexto mercadológico, quais são as áreas de atuação mais promissoras para um egresso desse curso?
Luis César de Oliveira: O curso forma profissionais para atuar no núcleo das plantas industriais, operando, controlando e otimizando processos com foco em eficiência, segurança, qualidade e conformidade.
Em Uberaba, cidade ligada às cadeias químicas, petroquímicas, fertilizantes e de energia, esse perfil é especialmente valorizado. Em síntese, é uma formação técnica e versátil, alinhada às demandas de um polo industrial - exatamente o tipo de competência que um polo como Uberaba e região tende a absorver e valorizar.
Como está o mercado atualmente, apresenta boas oportunidades profissionais? Quais são as possibilidades de evolução na carreira?
Luis César de Oliveira: Há boas oportunidades com destaque para vagas em eficiência operacional, controle de processo, qualidade, SSMA e meio ambiente.
A evolução na carreira costuma ser rápida para quem tem base técnica, vivência operacional e cultura de segurança, avançando de funções técnicas para liderança, supervisão, especialização e gestão, melhoria contínua, certificações NR e formação complementar - graduação em Engenharia Química e pós-graduação.
Sobre os diferenciais desse curso, o que pode ser destacado e por que cursá-lo?
Luis César de Oliveira: O curso tem como diferencial a formação prática e industrial, com foco em processos, operação, controle e instrumentação, qualidade, segurança e meio ambiente. Vale cursá-lo porque forma um profissional versátil e rapidamente empregável.